Giro Cultural
O RITO NATIVO FESTEIRO TRIBAL FLORESTANO | O RITO NATIVO FESTEIRO TRIBAL FLORESTANO |
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A palavra, OURIÇO. Que o nativo usa para identificar o fruto esférico da castanheira, tem no seu todo grafo simbolico alfabetico e formal bio-vegetal, um manancial de coerências informativas, que extrapola o nível do que se defini racionalmente como fantástico, fabuloso, extraordinário. Para aqueles que entram pela primeira vez em contato com essas decodificações orentativas; tem se a nitida impressão de que entramos na dimensão de uma imemorial organização ancestral, meio ambiental florestano da qual todos nos participamos e deixamos ai registradas. Podemos vislumbrar as gotas de uma fonte de saberes; de um tesouro de conhecimento sagrado nativo, que através das eras, serviu e ainda esta ai para servi de farol para as nossas comunidades florastanas, encontramos uma mente zelosa sapiente, que atraves de uma dedicada reflexões onde o racional e o imaginário se fundem podemos extrair significados simbólicas tribais de alcance universal; um espirito aldeante harmônico que estão presente no todo que engloba a sua existência.E Começamos por um dos acessos analogias que nos levam a uma das fontes da origem da palavra, OURIÇO. Que no rito festeiro tribal lendacreano é conhecido como OURYÇOM.Os nativos ancestrais florestanos usavam essa associação alfabéticas, para identifica o fruto esférico com sementes de amêndoas brancas, conhecidas como castanhas, que são produzidos pelas arvores de castanheiras. E ao mesmo tempo registravam ai um caminho de significados singulares que sobreviveriam ao tempo espaço celeste mantendo suas funções didaticas tribais. Em meio as constelações de significados que podemos extrair dai. Podemos iniciar fazendo uma ligação do fruto com o significado que tem termo; Rio de Leite, ou via Láctea como define os cientificistas e que é bem conhecida dos nossos ancestrais Atlantas florestanos do Rio Branco, que como foi batizado o aglomerado de estrelas que forma a nossa galáxia estelar. As amêndoas de castanhas, dentro deste contexto associativo imaginante dialético tribal imemorial, são tidas como as gotas de energias condensadas, desse grande Rio Branco iluminado celeste, O fruto da castanheira dentro desse contexto é visto como a concretização de uma das quatro manifestação da extensãO CONHECIDA COMO UNIVERSO que no caso seria o que os lendologo define como UNINVERSO, ou seja, a possivel composição dialética que deu origem a esse universo ou vice versa. que é esse universo fragmentado visto na sua forma inversa, ou seja, o que aqui é fragmentado, no uninverso é um uno, por exemplo todas as árvores aqui, lá é apenas uma arvore, todas as mulheres que existem aqui, lá existe apenas uma; todos os homens daqui, lá se resumi num só homem, e asim por diante. e as nossas imponentes castanheiras dentro deste contexto são vistas como gráficas sagradas desta transcendente organização de particulas imaginates que somos nos, e que estão ai apenas aguardando o momento para voltarem a ser decifradas como tal, fazendo assim com que retornemos a nossa verdadeira linguagem imemorial interativa social. Existem muito argumentários de sustentação desse e de outros ponto de vista que caminham no mesmo sentido. tais como por exemplo os que estão registrado em alguns fragmentos lendários restaurados: “...As gotas são produzidas pelos giros aspirais, do remanso grande Rio Branco celeste UNIVERSICO planetário luminescente (Nos tempos atuais Ja existe instrumento astrolábicos atraves dos quais podemos constatar o formato que tem a nossa galáxia e verificamos que geometricamente estão perfeitamente de acordo com essa concepção), QUE COM SUAS CORRENTEZAS E banzeiros ASTROS HARMONICO, vão dando vida a essas partículas energéticas sabias naturais planetárias, gotas mensageiras divinas, que seguem AGOAM AS ERAS COM SEU CONHECIMENTO E SABEDORIA, TENDO COMO SIMBOLO CROMÁTICO A COR BRANCA DA PAZ. O fruto é a chave que nos dá acesso a ligação simbolica da aliança cooperativa entre o que chamamos de céu e terra.
As amêndoas de castanhas, dentro deste aperiódica narrativo dialético imaginante nativo meio ambiental diferenciado. Surgi como elemento fundamental cultural acentuado, tanto na sua extensão intelecto orentativo, quanto no sócio interativo comportamental , normativo e administrativo. Partindo da concepção que neste instante aperiódico, As amêndoas, são o componente básico na alimentação diárias dos nativos florestanos, que o cultivam e valoriza como uma jóia nobre vegetal, e que está associada a própria razão de existirem, e resistirem como grupos étnicos, interativos anti-conflitantes, que se fortalece nos ritos irmanantes festivos. Vem da consciência do valor essencial que esse fruto tem para existencia do nativo, a associação que eles fazem desse fruto com o metal ouro; a uma era de ouro, que vem com a sua manifestação palpável bio-vegetal. É bom acrescentar que o metal ouro nesse instante aperiódico, também é tido como a luz do sol condensada; metalizada, e que por isso é considerado como um metal sagrado.O fruto da castanheira, é tido como ouro branco lunestrelar(Por sua AMÊNDOA ter um formato semelhante a uma meia Lua) Atlântido vegetal, o que leva também a associação a sua cor a energia astro galáctica luminosa condensada do remanso do grande BRANCO RIO ILUMINADO. (A Via Láctea) No seu formato inverso. É no período de colheita, que nasce o evento RITUALISTICO FESTIVO de onde vem o festeiro orientativo do nativo consciente, sócio artístico-cultural tribal. Dando vida ao que ficou CONHECIDO como o GLORIOSO OURIÇOM SAGRADO. Que é todo fundamentado, no agrego de significados que o nativo contemplativo vai adicionando ao fruto. Que está presente na sua gênese natural sábia imemorial concebida. Entre as abordagens decodificativa intelectual pedagógica, usada pelos nativos florestais urbanizados encontramos a seguinte: “AO desprender-se do galho, o fruto da castanheira produz som característico, que se dá, no instante em que toca o solo. Esse som diferenciado natural, passou a ser associado ao aviso de chegada dos valorosos frutos. ouvi-lo, é como ouvi o som das gotas esféricas vegetais trazendo os pingos de chuva de ouro branco em forma de amêndoas seio da floresta; o som de ouro, ou seja, ouro em som, do som que dá a certeza que a vida terá os suprimentos necessários para continuar seguindo; palpitando; vibrando. É daí que vem a variação fonêmica, que surgi a principio na sua forma oral, depois na sua forma grafo-alfabética. Ou seja, da fusão das palavras, OURO E SOM OU OURO EM SOM, que vai dá A origem do fonema OURENSON , que tem uma riquíssimas variação que envolve de simbólismo e significados, E entre eles podemos destacar a seguinte variação: OURENSON OUROISSOM OURISSOM ORIÇO ORYÇO ORISSO ORYSSO OURIÇO OURYÇO OUROIÇO OUROYÇO OURISSOM OURIÇOM OURYSSOM E para associar esse nome aos sons musicais produzidos pelos nativos florestais foi um pulo, quando então a palavra ouryssom passou a significar um som feito pelo nativo, que é um som com uma caracteristica própria, diferenciada. E que é unica, especifica de um lugar, que só acontece dentro da floresta. “...E O SOM DO FRUTO CAINDO NO PERIODO DA COLHEITA. SOA COMO UM AVISO AO NATIVO, QUE O FRUTO ESFÉRICO PRECIOSO DA CASTANHEIRA, ESTÁ CHEGANDO COM SEUS PINGOS DE ENERGIA DO RIO BRANCO DE ILUMINADO. O SOAR DO FRUTO, DE ENCONTRO COM AO SOLO, É PARA ELES, UM SOM QUE VALE OURO, OURO EM SOM, OU OURENSO. Esse termo também tem algumas variações: ORENSO ORENSOM OURENÇOM OURENSOM Os significados mais profundos desses termos, ultrapassam os limites florestais amazônico, e encontramos incorporado a outras culturas, entre elas destacamos a cultura grega, onde o nome OREN, passa a significar algo como OLHAR, é e através desse termo que os gregos fundamentam alguns dos termos básicos de seu povo, como por exemplo o GREGOREN. Que pode ser traduzido como, O OLHAR GREGO OU O GREGO OLHAR , QUE É UM OLHAR, QUE É MAIS QUE UM SIMPLES OLHAR , É ESTADO DE ESPIRITO ADMINISTRATIVO SOCIAL LATENTE, UM OLHAR GOVERNADOR COMUNITÁRIO, UM OLHAR DIRIGENTE COMPORTAMENTAL INDIVIDUAL E COLETIVO, DOUTRINÁRIO CULTURAL. UM CONSENSO INTELECTUAL PELO QUAL OS INDIVIDUOS ORIENTAM-SE.UM OLHAR INQUESTIONAVEL, MAS LAPIDAVEL, ARTISTICO APERFEIÇOAVEL COLETIVO ATRAVES DE ENCENAÇÕES PUBLICAS TEATRAIS, ALGO SAGRADO DE ONDE VEM TERMOS COMO “ORENTATIVO”, OU SEJA O OLHAR QUE TATEA, OLHAR QUE PODE SER TOCADO DE ALGUMA FORMA. UM FAROL QUE ORIENTA OS COMPORTAMENTOS, FORÇAS DE EXPRESSÕES SOCIAIS, NORMATIVAS, DE LEIS E ETC. Ouryçon by clenilsom batista |
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